Jornada Da inovação Corporativa – Entenda como avançar em sua jornada!

Jornada Da inovação Corporativa – Entenda como avançar em sua jornada!

Nada melhor do que voltar a falando de um assunto de importância grandiosíssima para nós, que é a Jornada de Inovação Corporativa. já falei bastante sobre a jornada em outros posts mas ainda não tinha explicado com detalhe aqui para vocês.

Pois bem, essa hora chegou a vou explicar no detalhe o que ela é de fato, como ela é trilhada e porque ela foi criada e se tornou algo super importante para Startadora, e relevante para todos que querem inovar no mundo corporativo. 

Continue lendo que vou contar tudo aqui 😀

O que é a Jornada de Inovação Corporativa? 

Se você acompanha nosso blog, deve estar cansado de saber que a Startadora, é uma empresa de Inovação Corporativa, que tem startup como modelo de inovação. Ajudamos as grandes empresas a pensar e agir como startups para ter sucesso em sua jornada de inovação, que é única e altamente específica. 

Se nunca ouviu nada disso, não tem problema, clique aqui para entender quem somos, e aqui para saber como lidamos com a inovação e depois volte pra cá que já estará devidamente atualizado.

Consideramos as startups como o modelo de inovação mais sofisticado da atualidade, por conta disso primeiramente foi criada a  jornada do empreendedor de startup e baseada nela criamos a jornada de inovação corporativa. Pensada para entender qual o estágio de maturidade as empresas têm com a inovação.

Quais são as etapas da jornada?

Ela é dividida em 5 etapas, baseando-se na estágio de maturidade que uma grande empresa tem com inovação, compreendendo de forma macro o seu desafio atual. 

Conscientização

É a etapa em que a empresa não sabe ainda se inovação é algo que faz sentido para ela, se o momento é esse, de investir financeira e estrategicamente em inovar.

Sabemos que a resposta de todas essas perguntas é… SIM! Inovação é importante para a sobrevivência, longevidade, competitividade, diferenciação, é ela de determina o futuro do negócio, mas a empresa não está consciente disso ainda… Por isso a primeira etapa se chama exatamente conscientização!

A missão nessa etapa é responder satisfatoriamente as dúvidas e remover os temores que envolvem inovar, para quem ainda não fez isso. No final o sucesso é que a empresa realmente esteja convicta de que DEVE INOVAR!

Organização

Nesta etapa, a empresa está convicta de que precisa inovar, muito provavelmente sabe onde quer chegar com essa inovação, porém não sabe como fazer isso. Ela sabe como outros inovaram e já até viu cases. Mas o que de verdade se aplica para sua realidade? Será que tem alguma fórmula mágica ou coisa automática e indolor para inovar? 

Sabemos que a resposta de todas essas perguntas é… NÃO! Cada um tem sua jornada particular. É muito comum ver o corporate reclamando que os prestadores de serviços não customizam suas soluções para eles, e os tratam de forma genérica. Na inovação isso nem de longe é possível de ser feito, e a jornada será sempre sob medida, porém o preço a se pagar é conciliar a estratégia e a execução da jornada para alcançar o resultado esperado.

Aqui podemos dizer missão cumprida, quando “colocamos a casa em ordem” para que a inovação possa fluir, sem bloqueio de nenhum tipo, como hierarquias, processuais e burocráticos por exemplo. É o momento de saber literalmente “como chegar lá”.

Ativação

Nesse estágio a empresa já se sente mais segura para literalmente “colocar a mão na massa” e todos os preparativos prévios foram de extrema importância para dar passos consistentes.

A ação pode provar que algumas premissas estavam parcial ou totalmente equivocadas, porém, isso já está setado para gerar dados na sua validação, e conseguir pivotar ara qualquer ajuste de percurso, assim como uma startup faz. Então não se deve mascarar as falhas e sim aprender com elas, e seguir as premissas de mitigação de risco para falhar rápido e barato, até que as premissas começam a se confirmar.

Isso faz parte do método e encurta tempo e dinheiro.

O sucesso aqui, se dá através do aprendizado gerado nessas ações. Como estamos assumindo que é uma empresa que nunca tenha praticado ações de inovação, logo não em dados ou série histórica, nós utilizamos os conhecimentos dos métodos lean e ágil para criar testes e utilizar a validação científica para confrontar com as premissas levantadas na etapa de organização, e se necessário calibrar, até que em menor tempo, tenhamos os resultados satisfatórios esperados, o que leva nosso cliente a um novo patamar no tema de inovação.

Profissionalização

 É o momento em que a empresa já tem a experiência de ter criado ações de inovação, e por isso já tem base concreta, baseada em fatos e informação, do que funciona ou não para sua organização.

Nesse caso acabam tendo dois caminhos para analisar as empresas com relação a inovação:

Empresas que foram bem sucedidas em suas ações de inovação tendem a subir o nível de expectativas sobre seus resultados, e esperam que consigamos superar o bom resultado anterior, o que exige uma análise cuidadosa do que já foi feito, o que foi alcançado e como.

Empresas com experiências mal sucedidas seguem uma tendência de comportamento mais pessimista e resguardada sobre os resultados possíveis de se alcançar com a inovação. Necessitam ser convencidas de não desistir e sim de serem mais analíticas e disciplinadas sobre o alinhamento de expectativas e resultados entregues. Principalmente se escolheram contratar uma empresa externa que ou não fez uma boa entrega ou que não era a escolha certa para aquele resultado esperado.

Futurização

 É o final da jornada. É um marco de quando a empresa passa a não somente ter uma experiência profissional com inovação, e passou a se tornar uma empresa literalmente inovadora. A inovação passa a ser assunto de primeira grandeza, participante da estratégia e cultura, não mais pertencente a um departamento e sim algo que permeia a organização.

Não é atoa que todo nosso método é baseado em aproveitar as boas práticas e vantagens das startups, pois elas são empresas futurizadas desde o momento de sua fundação.

O sucesso de uma empresa faturizada é manter a relevância, umas vez que ela já é o melhor job to be done desse negócio para as mídias atuais, precisa sempre olhar para o futuro, para com o tempo não ser superada. Eu não estou falando aqui de dinheiro frente um concorrente direto, mas sim como modelo e conceito que ela representa.

Algo como o que aconteceu com a máquina de escrever, frente ao advento dos computadores, entende? E não com a nova máquina de escrever que algum concorrente poderia lançar, no próximo ano.

A futurização é sobre traduzir e resinificar o seu negócio ao longo do tempo, o que sempre trás o sentido que ao menos no futuro próximo a sua versão de modelo ainda fará sentido. Isso te dará tempo para não só pensar, mas surfar a próxima onda.

Cuidado, é possível regredir na jornada!

Qualquer ponto da jornada em que uma empresa se encontre, é possível regredir, caso a empresa para de valorizar a inovação… Até mesmo da futurização! 

Se a empresa não mantém a relevância, será superada pela evolução do mercado, e apenas será um case de sucesso da onda anterior, decaindo para a etapa “profissionalização”.

Até que suas ações que funcionavam antes passarão não funcionar mais (conhece alguma empresa assim?), mas é perfeitamente explicável pela estagnação, que fará com que essas ações mal sucedidas, destruam a credibilidade da inovação, que passará a ter menor importância, retornando para a etapa “ativação”.

  Tudo começara a ser muito planejado e discutindo o que vale a pena ou não fazer, e sendo assim já estamos na fase “organização”.

O último suspiro virá quando no planejamento começar a ser questionado o valor da inovação para o negócio, se isso é mesmo para a empresa, se não é um modismo, ou se financeiramente conseguimos sustentar argumentos para manter o budget… Voltamos a necessitar da fase inicial que é a conscientização.

Afinal, por que a Jornada foi criada?

A jornada de inovação corporativa foi criada porque percebemos e validamos que as grandes corporações são primeiramente mal compreendidas sobre suas necessidades de inovação, e posteriormente mal atendidas em suas necessidades com esse tema. 

É comum comprarem ferramentas, e programas de startups, até mesmo aceleração, como solução para todas as necessidades com inovação, mas não ser nada disso que ela está realmente precisando… Às vezes por não ser a solução para o problema esperado, mas muitas vezes por não ser o momento. 

E para sincronizar o momento, com a necessidade específica e customizada que criamos a jornada, pois dá um verdadeiro zoom no contexto em que a organização está se relacionando com a inovação. 

Então podemos com esse olhar específico ser cirúrgicos em criar soluções para questões práticas de adoção de inovação, mas também sermos flexível ao momento da empresa, ao seu segmento e qualquer outra diferenciação que possua, como em questões como cultura, adoção da inovação e outras. 

Com isso conseguimos caminhos diferentes do que quem olha todas as grandes corporações de forma genérica na hora de aplicar inovação.

Gostou do conteúdo e quer trilhar a jornada na sua empresa? 

Agende uma mentoria gratuita que temos especificamente para as empresas que desejam se futurizar, chamado Corporate Mentoring e veja como pode imediatamente resolver questões que podem destravar questões que possam estar incomodando sobre adoção de inovação.

Não somente inove, futurize!

Related Articles